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ANGOLA REITERA SEU COMPROMISSO COM AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NA COP30 EM BELÉM.

Governo 08-04-2026
NAMIBE DÁ PASSOS IMPORTANTES NA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL COM PROJECTO NAMIBE VERDE

O segundo dia de trabalho da Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho Pereira e sua comitiva na província do Namibe, serviu para prestigiar ao lançamento oficial do Projecto Namibe Verde, ocorrido nesta quarta-feira, 8 de Abril de 2026.
Durante a cerimonia de lançamento a Ministra do Ambiente realçou que, apesar da aridez, a província do Namibe possui recursos naturais de grande importância, com destaque para os rios Cunene, Giraul, Bero e Curoca, essenciais para o abastecimento das populações, apoio à agricultura e preservação dos ecossistemas, e também o potencial do relevo e das zonas costeiras e marinhas, que reforçam as oportunidades no domínio do turismo sustentável e da economia azul.
Por outro lado, salientou que a província enfrenta desafios relevantes, como as alterações climáticas e o avanço da desertificação, que têm provocado a degradação dos solos, a redução da produtividade agrícola e a perda de biodiversidade, a importância do envolvimento conjunto do governo, comunidades e parceiros para garantir a conservação ambiental e promover o desenvolvimento sustentável do Namibe.
Para o Governador do Namibe Archer Mangueira, o Projecto Namibe Verde representa uma iniciativa estruturante e de grande alcance para a província, visto que é uma resposta concreta aos desafios ambientais que a província enfrenta, a degradação dos solos, a escassez de cobertura vegetal e os efeitos cada vez mais visíveis das alterações climáticas.
Salientou ser também uma oportunidade social e económica, pela criação de empregos, envolvimento das comunidades e pela construção de uma consciência ambiental que se enraíza no quotidiano das pessoas.
Da agenda constou a plantação de quatro mil mudas de espécies adaptadas ao clima, no município de Moçâmedes, das 15 mil previstas para o projecto piloto, visita guiada a lagoa do arco, a atribuição de três viaturas para a recolha de resíduos, uma carrinha destinada ao Projecto Namibe Verde, dentre outras actividades.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 06-04-2026
REUNIÃO DE APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DO PLANO DE ACTIVIDADES DO FONAS 2026–2027.

O Ministério do Ambiente recebeu hoje (06) uma equipe da Ministério das Energias e Águas e do Unicef, para encontro de trabalha sobre Fonas.

O Fórum Nacional de Água e Saneamento (FONAS) tem como objectivo central do plano é transformar consensos em acções concretas, garantindo que o sector Água, Saneamento e Higiene (ASH) avance para uma fase de execução estruturada e mensurável.

Neste contexto, o FONAS é apresentado como um mecanismo nacional de articulação e e responsabilização, alinhado com o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023–2027, preparando também a trajectória do próximo ciclo do PDN 2028–2032.

A responsabilidade do Ministério do Ambiente, no quadro do FONAS, está centrada na integração das dimensões ambientais e climáticas no subsector WASH, bem como no reforço de políticas de saneamento ambiental. O documento resulta de auscultação nacional e de diálogo técnico-político, culminando no FONAS 2025, com o propósito de passar do diagnóstico para a execução, mediante metas, indicadores e responsabilização.

A apresentação do plano foi organizada em sete eixos estratégicos, incluindo a formalização do FONAS por Decreto Presidencial, a modernização institucional e legal, a priorização do saneamento e a universalização dos serviços ASH em escolas e unidades de saúde.

Foram ainda abordadas iniciativas para reforçar a sustentabilidade das EPAS e a criação/consolidação do SISAS (Sistema Integrado de Informação e Governação de Dados), bem como o eixo dedicado a investigação, ensino e capacitação, com reforço de capacidades e produção de conhecimento aplicado ao sector.

Participaram da reunião as Direcções Nacionais do Ambiente, Educação Ambiental, Tecnologias Ambientais, Acção Climáticas e Desenvolvimento Sustentável, Gabinetes Jurídico e Intercambio, Tecnologias de Informação e Comunicação Institucional, Agência Nacional de Resíduos, Instituto Nacional de Gestão Ambiental , Direcção Nacional das Águas do Ministério da Energia e Águas, representantes da UNICEF. O encontro abordou temas para alinhar os compromissos e orientação dos próximos passos para a implementação das actividades no período 2026–2027.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 02-04-2026
ANGOLA QUALITY SUMMIT 2026 DIRECTORA NACIONAL DO AMBIENTE ENCERRA COM APELO À QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE.

A Directora Nacional do Ambiente, Hassana Lima, em representação da Ministra Ana Paula de Carvalho Pereira, fez o encerramento do Angola Quality Summit 2026, realizado hoje, 02 de Abril, no Epic Sana Hotel, em Luanda. No seu discurso, deixou um recado claro: a qualidade não deve ser entendida apenas como certificação “em papel”, mas sim como postura estratégica e cultura organizacional.

O evento, organizado pela Micky Consultants and Partners, reuniu líderes empresariais, autoridades governamentais e especialistas. A iniciativa teve como objectivo promover a qualidade e reforçar a sustentabilidade em Angola, estimulando discussões sobre melhores práticas para impulsionar o desenvolvimento sustentável. Foram ainda abordados temas sobre qualidade nas empresas e estratégias de inovação.

A Directora Nacional do Ambiente sublinhou que falar de qualidade exige visão de longo prazo, ligada ao compromisso com as gerações presentes e futuras, defendendo que não existe qualidade plena sem responsabilidade social e ambiental. Também referiu que a qualidade está directamente relacionada com a sustentabilidade e com o enquadramento legal e institucional do país, citando a Lei de Bases do Ambiente (Lei n.º 5/98, de 19 de Junho), bem como instrumentos de avaliação de impacte e de licenciamento ambiental.

No campo das normas, referiu a ISO 14001 como uma ponte entre exigências legais e boas práticas, reforçando que a adopção de sistemas de gestão ambiental deve servir para orientar decisões e melhorar resultados, e não apenas para cumprir requisitos formais.
A Directora Nacional do Ambiente tratou também a Inteligência Artificial como factor central, mas defendeu que deve ser utilizada com ética, critério e responsabilidade, como alavanca para fortalecer a qualidade e não como ameaça.

No fecho, Hassana Lima agradeceu a organização, palestrantes, patrocinadores, parceiros e ao público, terminando com a ideia de que qualidade e sustentabilidade não se decretam: devem ser vividas no dia-a-dia das instituições e das comunidades.

Fonte: Ministério do Ambiente

minamb.gov.ao MINISTRO(A)

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