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ANGOLA REITERA SEU COMPROMISSO COM AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NA COP30 EM BELÉM.

Governo 30-09-2026
COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA AZUL DESTACA PAPEL DAS MULHERES NA ECONOMIA DO MAR.

No quadro das comemorações dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Ministério do Ambiente, representado pela Direcção Nacional de Educação Ambiental, Directora, Karelia Costa, participou nesta terça-feira, 29 de Setembro de 2026, no município do Soyo, província do Zaire, na actividade “Do mar ao mundo: mulheres que transformam”, em representação do Ministério do Ambiente, onde apresentou o tema “Alterações Climáticas, Conservação dos Ecossistemas Marinhos, Sustentabilidade e o Papel da Mulher na Economia Azul”.

O evento teve como objectivo promover a valorização do papel das mulheres nos sectores marítimo, portuário e pesqueiro, bem como nas comunidades costeiras, através de acções de sensibilização, partilha de conhecimentos, capacitação e promoção de oportunidades que contribuam para o seu desenvolvimento sustentável.

A abertura da actividade coube ao Secretário de Estado para a Gestão do Espaço e Recursos Marinhos, que ao proferir o seu discurso, afirmou que “não podemos desenvolver a economia do mar sem conservar os ecossistemas que a sustentam, não podemos aumentar a produção sem assegurar a sustentabilidade dos recursos, e não podemos falar de desenvolvimento sustentável das zonas costeiras sem colocar as comunidades, e particularmente as mulheres e os jovens no centro das soluções”.

Álvaro Cândido dos Santos destacou ainda a importância de o Ministério continuar a trabalhar com as autoridades locais, a CPLP, as associações, as comunidades, o sector privado e os parceiros de desenvolvimento, na construção de uma economia do mar que seja simultaneamente produtiva, sustentável, inclusiva e geradora de oportunidades.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 25-09-2026
MINISTRA DO AMBIENTE DESTACA URGÊNCIA DE PROTEGER O LITORAL ANGOLANO DOS RISCOS CLIMÁTICOS DURANTE A REUNIÃO DE ALTO NÍVEL.

A Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho Pereira, defendeu nesta quinta-feira, 24 de Setembro de 2026, uma resposta internacional mais firme e coordenada face à elevação do nível do mar, durante a Reunião de Alto Nível sobre o tema, convocada no quadro da Decisão 78/558 da Assembleia Geral das Nações Unidas, destacando que o fenómeno constitui uma realidade presente, progressiva e transfronteiriça, com impactos directos sobre populações, cidades, infra-estruturas, ecossistemas e economias.

Na sua intervenção, a Ministra salientou que os efeitos da subida do nível do mar ultrapassam a dimensão ambiental, representando igualmente um desafio à segurança das populações, à protecção dos territórios, à segurança alimentar, ao desenvolvimento económico e à capacidade dos Estados de protegerem as gerações presentes e futuras, com particular impacto sobre os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países com extensas zonas costeiras de baixa altitude.

Para Angola, Ana Paula de Carvalho Pereira considerou a questão de particular relevância, tendo em conta os cerca de 1.650 quilómetros de litoral atlântico do país, onde estão concentradas comunidades, centros urbanos, portos, infra-estruturas energéticas e de transporte, actividades pesqueiras e importantes ecossistemas costeiros, alertando que a elevação do nível médio do mar, associada à erosão costeira, inundações, tempestades e intrusão salina, poderá aumentar a vulnerabilidade das comunidades e infra-estruturas ,e exercer pressão sobre sectores essenciais à segurança alimentar e ao desenvolvimento económico.

A Ministra defendeu, por isso, uma abordagem integrada que combine engenharia, ciência e soluções baseadas na natureza, com o objectivo de reforçar a protecção da costa, aumentar a resiliência das comunidades e promover um desenvolvimento sustentável; sublinhando que proteger a costa significa, em última instância, proteger as pessoas, os seus meios de subsistência e o direito das futuras gerações a um futuro seguro.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 24-09-2026
ANGOLA, NAMÍBIA E BOTSUANA REFORÇAM COOPERAÇÃO PARA A CONSERVAÇÃO DA BACIA DO CUBANGO-OKAVANGO.

A Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho Pereira, participou nesta quarta-feira, 23 de Setembro de 2026, num evento promovido pela National Geographic, em colaboração com a De Beers, no quadro da conservação da Bacia do Cubango-Okavango, um encontro com objectivo de reforçar e alinhar a cooperação entre os três países que partilham a bacia, nomeadamente Angola, Namíbia e Botsuana, bem como com outros parceiros estratégicos envolvidos na preservação deste importante ecossistema.

Durante o encontro, a Ministra do Ambiente apresentou a visão de Angola sobre a protecção da Torre de Água Lisima Lya Mwono, destacando os esforços desenvolvidos pelo país para a sua designação como zona húmida de importância internacional, salientou igualmente os passos que estão a ser dados com vista à sua proclamação como Área de Conservação, o que permitirá conferir à região um estatuto de protecção mais elevado.

O evento que contou com a participação, ao mais alto nível, do Presidente do Botsuana, Duma Boko, e da Ministra das Pescas da Namíbia, em representação da Presidente da República; a presença das distintas entidades destacou a importância da cooperação regional e do envolvimento de parceiros internacionais na promoção de iniciativas destinadas à conservação e à gestão sustentável dos recursos naturais da Bacia do Cubango-Okavango.

A participação de Angola no encontro demostra o comprometimento do país com a conservação dos ecossistemas e com o fortalecimento da cooperação entre os países da Bacia do Cubango-Okavango, representando também uma oportunidade para consolidar parcerias e promover acções conjuntas destinadas à protecção dos recursos hídricos e da biodiversidade, em benefício das comunidades e das futuras gerações

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 23-09-2026
MINISTRA DO AMBIENTE DEFENDE MULTILATERALISMO AMBIENTAL ORIENTADO PARA RESULTADOS CONCRETOS.

A Ministra do Ambiente de Angola, Ana Paula de Carvalho Pereira, defendeu, terça-feira, 22 de Setembro, em Nova Iorque, que os compromissos assumidos pelos países se traduzam em acções e resultados concretos para as populações e para o planeta.

A governante Angolana falava no Diálogo Político de Alto Nível sobre a Renovação do Multilateralismo Ambiental, realizado à margem da 81.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas e organizado pelos Governos do Panamá e do Vanuatu. O encontro analisou formas de reforçar a cooperação internacional face aos principais desafios ambientais da actualidade, nomeadamente as alterações climáticas, a perda da biodiversidade e a poluição.

Na sua intervenção, a Ministra sublinhou que os problemas ambientais não conhecem fronteiras e que nenhum país os pode enfrentar isoladamente. Nesse sentido, apelou ao fortalecimento de um diálogo multilateral aberto, inclusivo e orientado para soluções concretas.

Ana Paula de Carvalho Pereira chamou ainda a atenção para os efeitos das catástrofes e dos fenómenos extremos que afectam diferentes regiões do mundo, defendendo respostas coordenadas e adaptadas à realidade de cada país e região.

Para a Ministra, o multilateralismo ambiental deve assentar na cooperação internacional, na equidade, na inclusão, na solidariedade entre as nações e no respeito pelas circunstâncias nacionais.

Na ocasião, reafirmou o compromisso de Angola com um multilateralismo ambiental forte, inclusivo, equitativo e orientado para a implementação, capaz de construir pontes entre os países e de responder aos desafios do presente.

A participação de Angola insere-se nos esforços da comunidade internacional para tornar a cooperação ambiental mais eficaz e garantir um futuro sustentável às próximas gerações.

Fonte: Ministério do Ambiente

minamb.gov.ao MINISTRO(A)

ANA PAULA CHANTRE LUNA DE CARVALHO PEREIRA



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