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ANGOLA REITERA SEU COMPROMISSO COM AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NA COP30 EM BELÉM.

Governo 10-10-2026
MINISTRA DO AMBIENTE ABORDA PARTICIPAÇÃO DE ANGOLA NA COP31 COM EMBAIXADOR DA TURQUIA

A Ministra do Ambiente recebeu, 09 de Outubro de 2026, em audiência, o Embaixador da República da Turquia em Angola, Sua Excelência Senhor Özgür Uluduz, com quem abordou assuntos relacionados com a participação de Angola na 31.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP31).

O encontro enquadra-se nos preparativos da participação de Sua Excelência Senhora Ministra do Ambiente na COP31, em representação de Sua Excelência o Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço.

Durante a audiência, foram analisadas questões de natureza protocolar e organizativa relacionadas com a presença de Angola no referido fórum internacional, bem como matérias de interesse comum no domínio da protecção do ambiente, das alterações climáticas e do desenvolvimento sustentável.

A Ministra do Ambiente esteve acompanhada pelo Director do Gabinete Jurídico e Intercâmbio, Directora Nacional de Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Directora do Gabinete da Ministra, Ponto Focal Nacional da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

O encontro contou igualmente com a participação da Delegação da Embaixada de Angola na Turquia, tendo sido realçada a importância da articulação entre as instituições angolanas e as representações diplomáticas na preparação e no acompanhamento da agenda de Angola na COP31.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 06-10-2026
MINAMB APRESENTA RELATÓRIO SOBRE GESTÃO DE RESÍDUOS EM ANGOLA

O Ministério do Ambiente através da Agência Nacional de Resíduos (ANR) apresentou, hoje (06) em Luanda, o Relatório Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos de Angola referente ao período de 2025.

O encontro foi presidido pelo Presidente do Conselho de Administração da ANR, Adérito Mohamed, em representação a Ministra do Ambiente Ana Paula de Carvalho Pereira, e realizado em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

Estiveram presentes PCA do Fundo do Ambiente, Administradores da ANR, Director do GEPE do Minamb dos Gabinetes do Ambiente dos Governos Provinciais, associações de defesa do ambiente e de catadores, empresas de consultoria ambiental e membros da sociedade civil.

O relatório elaborado com base em dados do Censo 2024 e em informações recolhidas nas 21 províncias, o relatório analisa a produção, recolha, tratamento e destino final dos resíduos no país.

Segundo os dados apresentados, Angola produz mais de oito milhões de toneladas de resíduos, enquanto cada cidadão produz, em média, 0,42 quilogramas de resíduos. Em Luanda, a taxa de recolha situa-se entre 70 e 80 por cento dos resíduos produzidos.

Durante o encontro, a ANR destacou a necessidade de reforçar a educação ambiental, melhorar os meios de recolha e ampliar as infraestruturas de tratamento e destino final. A instituição reconheceu que a cadeia de gestão de resíduos ainda apresenta dificuldades e que o índice de recolha continua deficitário em várias regiões.

A Agência defendeu também a integração dos catadores na cadeia de gestão de resíduos e apontou a economia circular como uma oportunidade para criar empregos e novos negócios. Entre as possibilidades destacadas estão a produção de adubos a partir de matéria orgânica e a reciclagem de plástico, ferro e vidro.

As províncias do sul foram apontadas como algumas das zonas mais críticas, devido aos problemas sanitários relacionados com a cólera, a febre tifoide e outras doenças associadas à deficiente gestão dos resíduos.

O relatório indica ainda que Angola dispõe de apenas sete aterros sanitários, enquanto continuam a predominar as lixeiras a céu aberto. A ANR defende, por isso, o reforço dos investimentos, da fiscalização e da capacidade de recolha em todo o território nacional.

Os dados apresentados serão submetidos à apreciação dos intervenientes do sector durante um mês, antes da publicação da versão final do relatório. A ANR pretende que o documento sirva de base para orientar as políticas públicas e aumentar a taxa de reciclagem para 20 por cento até 2027.

Fonte: Ministério do Ambiente
Governo 02-10-2026
SECRETÁRIO DE ESTADO RECEBE DIRECTOR REGIONAL DE FLORESTAS DA TNC PARA REFORÇAR PROTECÇÃO DO MIOMBO.

O Secretário de Estado para a Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Nascimento Soares, recebeu, nesta sexta-feira (02), em audiência, Tiago Pacheco, o Director Regional de Florestas para África da The Nature Conservancy (TNC), que se encontra em Angola para cumprir uma agenda de trabalho dedicada à conservação.

O encontro serviu para analisar oportunidades de reforço da cooperação entre o Governo angolano e a organização internacional, com destaque para a conservação, valorização e gestão sustentável das florestas do Miombo.

Durante a audiência, foram igualmente abordadas formas de criar sinergias entre instituições públicas, organizações de conservação, comunidades locais, sector privado, academia e parceiros de desenvolvimento envolvidos na protecção dos ecossistemas
florestais em Angola

A TNC tem apoiado iniciativas de promoção da conservação das florestas, com particular enfoque na cogestão florestal comunitária e no desenvolvimento de acções integradas para a protecção do Miombo. Em 2025, a organização apoiou a elaboração da Estratégia de Protecção das Florestas do Miombo no Sudeste de Angola, documento que já foi apresentado aos principais parceiros nacionais e internacionais.

A visita do Director Regional de Florestas para África enquadra-se nesse processo de concertação e visa identificar novas oportunidades de colaboração nas áreas da conservação, valorização, utilização sustentável e gestão integrada dos ecossistemas de Miombo.

O Miombo ocupa uma parte significativa do território angolano e desempenha um papel importante na conservação da biodiversidade, na regulação do clima, na protecção dos solos e no sustento de numerosas comunidades rurais.

O encontro reforça a importância de uma autuação coordenada entre o Estado, as organizações de conservação, as comunidades locais, o sector privado, as instituições de ensino e investigação e os parceiros de desenvolvimento, tendo em vista a protecção dos recursos florestais e a promoção do desenvolvimento sustentável em Angola.

Fonte: Ministério do Ambiente

minamb.gov.ao MINISTRO(A)

ANA PAULA CHANTRE LUNA DE CARVALHO PEREIRA



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